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O Fascinante Império de Steve Jobs: Michael Moritz

O livro O Fascinante Império de Steve Jobs, do autor Michael Moritz, narra a trajetória de Steve Jobs e Stephen Wozniak desde a fundação da Apple, em 1976, quando a empresa saiu de uma garagem para a lista da lista das maiores do mundo.

Temos a oportunidade de revisitar momentos instigantes da história do fundador e CEO da Apple, que mostram seu estilo determinado, arrojado, irascível e temperamental.

O autor mostra também mostra como Jobs ressurgiu na Apple no final dos anos 1990 e ajudou a produzir novos produtos que se transformaram em objetos de desejo e sinônimo de inovação.

Este livro cobre os eventos até o ano de 2009, e portanto, a única desatualização, é com relação a morte de Steve Jobs em decorrência de um câncer no pâncreas, e que mostrou ao mundo como ser criativo e objetivo.

Durante a leitura, passamos por marcos importantes da construção da marca, e por figuras icônicas que de uma forma ou de outra, ajudaram a criar esse império, e é sobre eles que nós vamos falar de aqui em diante.

A jornada é a recompensa

Segundo Steve Wozniak, você monta uma empresa quando quer transformar uma ídeia em dinheiro.

Os fundadores acreditavam que caso conseguissem manter a pureza e contratarem as pessoas certas, dessa forma a Apple seria sempre um grande lugar para se trabalhar.

O desafio era colocar um negócio que funcione sem supervisão e que tenha seus próprios meios de controle e balanceamento, e para essa tarefa contaram com a ajuda de McKnna.

Não compre brigas com quem compra tintas e barris

Existem muitas maneiras de usar a imprensa para ganhar uma vantagem estratégica, dizia Kee Games. Por isso, desde o início foi feito um trabalho de assessoria de imprensa, mais próximo dos veículos de comunicação.

Eles acreditavam que um investimento publicitário relativamente pequeno, poderia trazer um retorno desproporcionalmente grande.

É melhor perder a data do que lançar algo errado

Engenharia é descobrir como fazer a mesma coisa de maneira muito mais simples e melhor, repetia sempre Steve Wozniak. Ao longo dos anos eles aprenderam o quão desgastante pode ser lançar um produto inacabado.

Steve Jobes era conhecido por ter um temperamento nada polido nas relações com fornecedores. Ele podia ser duro como um mercador de tapetes se estiver tentando vender ou comprar algo de você.

Grandes pensadores geralmente fazem grandes coisas

Durante os primeiros anos a Apple encontrou bastante dificuldade para encontrar linhas de crédito junto a instituições financeiras, e também fornecedores de qualidade.

Se algum cliente me dizer que quer fazer um bilhão, eu digo “conte-me tudo”, porque, se chegar perto, todos nós vamos nos dar bem.

Nosso negócio: projetar, educar e vender

Desde o início da empresa os fundadores queriam que o produto tivesse uma personalidade própria e que as pessoas o comprassem por causa dessa personalidade única.

Se esforçaram então para torná-lo um produto cult, assim faria com que as pessoas o comprem tanto pela sua imagem e atributos estéticos tanto quanto por sua utilidade.

Deixe os terceirizados ter os problemas

Durante o desenvolvimento dos primeiros produtos, eles se depararam com diversos problemas relacionados com a produção de hardware e programação do software.

Um pensamento recorrente era que, quando você está trabalhando em algo grande da qual não sabe as respostas, é fácil focar em algo pequeno em que todo mundo pode dar palpite.

Encantar o cliente

Jobs dizia que a literatura precisava começar a transformar os produtos em soluções para as pessoas. Eles tinham que vender aos possíveis clientes aquilo que eles desejam.

Em certo momento durante uma disputa com a IBM, o então CEO disse que não fazia sentido fazer uma ratoeira melhor, se o outro cara fazendo ratoeiras tem uma equipe de vendas cinco vezes maior. Uma alusão à equipe de vendas da rival.

Custa um bocado fazer uma revolução

Os valores da Apple são as qualidades, clientes, padrões e princípios que a empresa como um todo considera desejáveis. Os valores justificam a Apple como uma empresa única.

A Apple é mais do que uma empresa… é uma atitude, um processo, um ponto de vista e um jeito de se fazer as coisas. Se você tiver uma cultura forte, não precisa supervisionar as pessoas de tão perto.

Simplicidade é a sofisticação definitiva

A lição que fica é de que é importante ter bons contatos financeiros, distribuidores confiáveis e revendas para qualquer negócio prosperar. A Apple é um bom exemplo de uma empresa que conseguiu unir tudo isso.

Outra lição é que Empresas que não têm culturas fortes não conseguem fazer nada rapidamente. Essa característica das statups é muito valorizada na atualidade, ainda mais se tratando de uma empresa de tecnologia.

E ai, gostou? Conte-nos sobre suas impressões.

About Author

Marcos

Empreendedor e docente, é formado em Marketing, especialista em Gerenciamento de Projetos pelo IETEC, MBA em Gestão de Negócios pela UNA.

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